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segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

Aldeia das Dez: a aldeia miradouro da Serra do Açor

 



Situada na encosta norte do Colcurinho, na Serra do Açor, à altitude de cerca de 500 metros, sobranceira ao rio Alvôco, a Aldeia das Dez pertence ao concelho de Oliveira do Hospital – que confina a norte com o concelho de Nelas, a nascente com o concelho de Seia, a sul com o de Arganil e a poente com Tábua.

É um autêntico miradouro, com vista privilegiada para as serras envolventes, nomeadamente para a Serra da Estrela. Construída predominantemente em granito, a aldeia detém um património construído de relevo, com destaque para a Igreja Matriz, cujo interior está decorado com talha dourada. Aqui moraram muitos entalhadores e douradores, que deixaram a sua marca na aldeia.

A Aldeia das Dez é também conhecida como a aldeia das fontes. São quatro: a Fonte do Povo, construída em 1892 e adornada com azulejos com poemas de Vasco Campos; a Fonte do Soito Meirinho, localizada à entrada da aldeia; a Fonte do Marmeleiro, construída em 1915 e a Fonte do Cabo do Lugar, construída em 1929.

Conhecida também pela doçaria típica – sobretudo os coscoréis e as cavacas -, pelas compotas e pelo licor de medronho, aconselhamos vivamente a visita à “aldeia-miradouro”.


Aldeia das Dez: o que visitar?

 


 

A Igreja Matriz da Aldeia das Dez data do séc. XVIII e é um templo dedicado a São Bartolomeu. Além da excepcional decoração religiosa do seu interior, a igreja tem ainda a particularidade de ter cinco altares, dedicados a santos. Os altares possuem retábulos de talha da segunda metade do séc. XVIII que são verdadeiras obras de arte.

 



Capela Nossa Senhora das Dores


Esta belíssima capela também foi erigida no século XVIII. A sua simplicidade é de uma beleza arrebatadora e, por si só, vale bem a pena a visita.

 


 


Solar Pina Ferraz

O Solar Pina Ferraz é conjunto de dois edifícios, um mais antigo, datado do séc. XVIII, e outro mais recente, do séc. XIX, inacabado. E é o estado de construção em que a obra parou que dá notoriedade ao conjunto. O edifício primitivo corresponde a uma residência senhorial com dois pisos, exibindo na fachada o brasão dos Pereiras, cujo uso foi concedido por carta régia de D. João V, datada de 1745.

 

 

Casa do S


Também conhecida como Casa da Voluta, a Casa do S é um edifício do séc. XVII, de arquitectura popular em banda. O denominado “S” corresponde a uma voluta desenhada sobre a parte final de um corrimão em pedra de escadaria exterior de um antigo solar e que aqui foi aplicada de forma descontextualizada neste edifício.

 


Fonte do Povo

A Fonte do Povo, construída em 1892, é um dos ex-libris da aldeia. Tem um pequeno tanque com duas bicas e, dos lados, dois tanques de maiores dimensões, com uma bica cada um. Destaque para um painel de azulejos com a imagem de Santo António e outro com duas quadras de Vasco Campos.

 



Ainda merecem destaque:

*Cruzeiro do Largo da fonte

*Cemitério Velho

*Calçada romana
Troço de calçada romana, de ligação a Avô. Localiza-se a 3 km da aldeia, no Caminho das Tapadas e no Areal.

*Casa quinhentista
Junto à Capela de Santa Maria Madalena, do lado inferior da via. Destaque para as molduras do vão da porta de entrada, arredondadas, e para a chaminé.

*Casa da Fábrica
Edifício localizado junto cemitério, construído no séc. XIX, que foi fábrica de cobertores. Hoje é uma residência particular.

*Escola Primária
Característico estabelecimento do ensino primário, construído no âmbito do "Plano dos Centenários" no tempo do Estado Novo.

*Fonte do Marmeleiro
Construída em 1915. Ostenta a gravação das seguintes iniciais: J.P.C.

*Fonte do Soito Meirinho

*Fonte do Cabo do Lugar
Construída em 1929. Ostenta a gravação das seguintes iniciais: JCS

*Alminhas
Duas alminhas do séc. XVIII indiciam locais de passagem da antiga via que cruzava a aldeia.

*Miradouro do Penedo da Saudade

*Miradouro da Mimosa

*Miradouro do Largo Alfredo Duarte

*Varandim do adro da Igreja Matriz

 


Fonte:

https://www.freguesia-aldeiadasdez.pt/turismo/percursos-pedestres
https://aldeiasdoxisto.pt/aldeia/aldeia-das-dez

É na fronteira do Parque Nacional da Peneda-Gerês que se encontra o Passadiço do Sistelo, entre floresta densa, cascatas e rios....

 

 

O Gerês tem muitas maravilhas escondidas, desde cascatas a paisagens protegidas, mas esta é certamente uma das mais incríveis. Nos limites do Parque Nacional Peneda-Gerês, em Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, fica um passadiço perfeito para percorrer entre lagos de água e socalcos verdes, entre floresta densa e marcos históricos.

 



Percurso

O percurso começa na aldeia do Sistelo, onde se pode visitar o castelo local, uma das aldeias vencedoras do concurso "7 Maravilhas de Portugal", cheia de tradição e história, os seus socalcos trabalhados pela sua população, ganharam o carinhoso apelido de "Tibete Português".

Este trilho percorre caminhos antigos lageados que ligavam as habitações às zonas de campo.

Com passagem pela Ponte Oitocentista com dois arcos de volta perfeita onde o seu tabuleiro, horizontal, tem pavimento de calçada, tão tipicamente minhoto é seguramente um dos pontos altos da caminhada.

Percorreremos também antigas casas de guardas florestais como a da Sobreira e o fantástico Rio Vez, um rio considerado como o mais limpo de Portugal.

 


 


Findos os passadiços, entramos no trilho de pé posto coberto por vinhas em ramada até alcançarmos a ponte oitocentista de Sistelo. Atravessando o Vez, o percurso segue numa subida íngreme em direção à aldeia pela calçada onde ainda são visíveis os rodados dos carros de bois.

 


Inicio / Fim

Como o percurso é circular, o inicio e termo são no mesmo local, ou seja junto ao cruzeiro no lugar e freguesia de Sistelo, concelho de Arcos de Valdevez.

(coordenadas GPS) 41.973633, -8.374270)

São Martinho do Porto, uma das baías mais bonitas do mundo

 

 

São Martinho é uma freguesia do concelho de Alcobaça, e tem uma baía que é o último vestígio de um antigo golfo que, até ao século XVI, se estendia até Alfeizerão e que se abre ao oceano através de uma barra, com cerca de 250 metros de largura, entre os morros de Santana, a Sul, e do Farol, a Norte.

Na avenida marginal de São Martinho há imensa oferta, desde esplanadas, lojas, bares, restaurantes, quase todos virados para o marisco como: a lagosta suada, a santola recheada, o lavagante, o robalo, as dourados, os linguados e as sardinhas assadas.

 

 

Um turismo verdadeiramente virado para o mar e para a sua magnífica costa, que todos os anos vai conquistando mais turistas.

 



Uma vila agradável junto duma baía calma

São Martinho do Porto é uma vila encantadora situada em uma baía linda e calma. A baía, em forma de concha, é ligada ao oceano por uma abertura estreita.

À volta da baía fica uma praia de areia e dunas. No verão há muitas tendinhas quadradas que pode alugar para guardar as suas coisas e, se quiser, descansar na sombra. Ao lado norte da baía é o porto. A avenida marginal é vibrante, e tem ligação com um caminho de passeio de madeira pelas dunas até Salir do Porto. Ideal para um passeio!
Devido a esta baía e as muitas possibilidades, São Martinho do Porto é uma atraente vila

A bela baía é um paraíso para as crianças. Mas também para os pais há muito para fazer tanto na vila como nos arredores. Há restaurantes agradáveis e de boa qualidade em toda a vila. Há mercado todos os dias. Ao sul da baía encontra-se a vila pitoresca de Salir do Porto, também é um bom lugar para passar as férias.
São Martinho do Porto e Salir do Porto são localizados numa região de Portugal muito bonita: a Costa de Prata

Uns lugares "famosos" na região:


Nazaré: 13 quilômetros
Alcobaça: 24 quilômetros
Batalha: 44 quilômetros
Fátima: 75 quilômetros
Caldas da Rainha: 17 quilômetros
Peniche: 50 quilômetros
Óbidos: 20 quilômetros
Até Lisboa é facilmente acessível: cerca de 100 quilômetros

Resumidamente, São Martinho do Porto é um bom ponto de partida para a sua exploração da Costa de Prata.

Aldeia de Trebilhadouro... uma pérola rodeada de paisagens verdejantes, onde reina o silêncio e a tranquilidade!

 



Reza a lenda que por estas terras existia um tesouro formado por “Três Bilhas de Ouro” e daí resultou o nome da aldeia de Trebilhadouro. Verdade ou fantasia, não é certo. Certo é, que esta aldeia foi classificada pela Associação Turismo de Aldeia (ATA), como Aldeia de Portugal. 

 

 

Trebilhadouro está situada na encosta da Serra da Freita, pertencendo à freguesia de Rôge, concelho de Vale de Cambra. Rodeada de paisagens verdejantes, onde reina o silêncio e a tranquilidade, podemos avistar, em dias soalheiros, o mar e a Ria de Aveiro bem como outras cidades do Litoral, todo o Vale de Cambra e a Serra da Freita.

Ao final da tarde é possível deslumbrar-se com o pôr-do-sol.

 


Quem chega ao Trebilhadouro sente-se a regressar ao espírito típico de uma aldeia beirã escondida no meio da serra, a uma altitude aproximada de 625 metros e abrigada dos ventos que sopram de Norte. 

É também aqui que nasce um ribeiro que desagua no rio Caima, cujas águas servem para regar os campos das aldeias vizinhas. A paisagem é verde, com as encostas em socalcos e a água como elemento integrador.

 


 

A aldeia de Trebilhadouro, esteve desabitada durante décadas, tendo sido recuperada para turismo rural. Está perfeitamente integrada na paisagem envolvente e mantém a traça da casa rural portuguesa em pedra granítica, material que se estende aos caminhos.

 


 

A cerca de 1km da aldeia, num afloramento granítico ao lado de um pequeno riacho, localizam-se as gravuras de Trebilhadouro. Os motivos gravados incluem espirais, covinhas, linhas e armas (provavelmente um machado de pedra).

 


Ao chegar junto do rio Caima, espera-o um pequeno paraíso na margem esquerda da albufeira: a Levada de Santa Cruz desenvolve-se entre florestas frondosas, propícias ao crescimento de fetos e fungos e que são o habitat perfeito para o Lagarto-de-água, a rã ibérica ou a lontra. 

 


Na barragem Duarte Pacheco, um local de lazer, conseguimos deixar-nos levar pelo silêncio das águas do rio Caima. 

Este, encaixado num vale escarpado, proporciona belissímas paisagens fluviais, ao longo das quais se perfilam velhos moinhos e pontes antigas por descobrir. Do Parque da Capela de Nossa Senhora do Desterro, local de romaria, podemos disfrutar de uma vista fantástica sobre toda a paisagem envolvente.





Percurso pedestre de Trebilhadouro


Com início na aldeia do Trebilhadouro, o percurso dirige-se para as encostas da Serra da Freita.

Ao fim de percorridos cerca de 900 metros, surge um ramal à direita para as gravuras do Trebilhadouro.

Aconselha-se o desvio e regresso a este ponto.

Inicia-se então a descida para Rôge, sempre por caminho florestal.

Da vegetação destacam-se o pinheiro, o eucalipto, alguns carvalhos e giestas. Entre vinhas e hortas domésticas, começam a avistar-se as primeiras habitações da aldeia.

Passa-se a EM550, e segue-se na direcção da Igreja Matriz de S. Salvador e do Cruzeiro de Rôge.

Daí segue-se para a Barragem Engenheiro Duarte Pacheco, no Rio Caima, continuando na direcção de Ai-das-Figueiras.

Pouco depois voltamos a atravessar a EM 550, seguindo por caminho rural de regresso a Trebilhadouro.

Durante a subida, são de apreciar as vistas sobre as aldeias de Fuste e Função.

 

 

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